[texto em breve]

[com Enrico Argentieri e Elena Maria Rossi]

  • 01 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Nascente English Version
  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Nascente
  • 03 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Nascente
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Nascente
Apartamentos, comércios e espaços públicos
2022

[texto em breve]

[com Enrico Argentieri e Elena Maria Rossi]

  • 01 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Poente
  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Poente
  • 03 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Poente
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Poente
  • 05 Arquitecto Pedro Machado Costa Almada Poente
Apartamentos e espaços públicos
2022

[texto em breve]

[2º Prémio em concurso público; com Enrico Argentieri e Elena Maria Rossi]

  • 10 Arquitecto Pedro Machado Costa Fabrica Polvora
  • 11 Arquitecto Pedro Machado Costa Fabrica Polvora
  • 12 Arquitecto Pedro Machado Costa Fabrica Polvora
  • 13 Arquitecto Pedro Machado Costa Fabrica Polvora
  • 14 Arquitecto Pedro Machado Costa Fabrica Polvora
  • 15 Arquitecto Pedro Machado Costa Fabrica Polvora
Residências, sala estudo e refeitório
2021

[texto em breve]

[2º Prémio em concurso público; com Enrico Argentieri e Elena Maria Rossi]

  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Clinica Minho 07
Laboratórios e gabinetes médicos
2021

[texto em breve]

  • 1001 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1002 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1003 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1004 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1005 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1006 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1007 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1007 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1008 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
  • 1009 Arquitecto PMC Centro Cultural Loures
Centro cultural, auditório e cafetaria
2021

O novo edifício da Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa implanta-se numa área de expansão a norte da Cidade Universitária, colmatando um vazio urbano entre o centro do complexo e os novos acessos. Por isso, ao edifício cabe o papel de reconfigurar o modo como se acede ao Campus, delineando um conjunto de atravessamentos pedonais que estabelecem uma articulação entre o complexo universitário e a cidade.
Em simultâneo a esta sua participação nos fluxos quotidianos da Universidade, o edifício deverá garantir a sua autonomia e a sua articulação com o edifício-mão da Faculdade de Letras, de modo a complementar a oferta de espaços de formação da instituição. Por isso, o edifício organiza-se em torno de um pátio, que se torna o centro do complexo.

[2º Prémio em concurso público; com Enrico Argentieri e Elena Maria Rossi]

  • 01 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
  • 06 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
  • 07 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
  • 08 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
  • 09 Arquitecto Pedro Machado Costa Faculdade Letras new
Novo pavilhão de aulas e espaços públicos para a Faculdade de Letras
2020

O hotel organiza-se em torno de dois claustros que recebem dois jardins distintos. Na Ala em redor do Jardim de Verão instalam-se as áreas balneares – piscina interior e exterior, ginásio e estância termal – e, na Ala oposta, o Centro de Congressos, junto ao Jardim de Inverno.
No centro, entre as Alas, localizam-se os espaços comuns do hotel: átrios e receção, cafetaria e sala de refeições, procuram uma relação de proximidade com a paisagem lacustre.
Tendo em conta a fragilidade do território, o projeto recorre a sistemas construtivos baseados no uso de madeira, aplicados a elementos estruturais, fachada e acabamentos; cuja modularidade permite a sua fabricação em oficina. Os módulos serão posteriormente transportados e assemblados in-situ.

  • 01 Arquitecto Pedro Machado Costa Vargem Fresca Gold Hotel
  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa Vargem Fresca Gold Hotel
  • 03 Arquitecto Pedro Machado Costa Vargem Fresca Gold Hotel
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa Vargem Fresca Gold Hotel
  • 05 Arquitecto Pedro Machado Costa Vargem Fresca Gold Hotel
Complexo hoteleiro com spa, restaurante e espaços públicos
2020-...

A extensão do edifício-sede da Ordem dos Arquitetos preserva um antigo armazém industrial que, embora de pequena dimensão, detém valor patrimonial.
Tendo em conta o posicionamento do edifício preexistente – implantado na esquina de uma das principais praças da cidade –, considera-se que a futura Galeria de Exposições deve assumir a proporção que melhor a relacione com o delicado tecido urbano envolvente. Desse modo, o antigo armazém é ampliado, adaptando a escala e gramática arquitetónica originais às exigências da cidade, conferindo-lhe o protagonismo que lhe permita melhor articular a Praça e as ruas que lhe são contíguas.
Os espaços internos resultam entã, dessa vontade: a que estabelece uma forte relação entre o edifício-mãe – a sede da Ordem dos Arquitetos -, a sua extensão – contendo um espaço expositivo e um restaurante aberto para a rua -, e a cidade.
Tendo em conta a necessidade de preservação das preexistências, o projeto recorre aos sistemas construtivos em presença, nomeadamente pelo uso de paredes maciças em pedra, arcos portantes e lajes abobadadas, pavimentos de madeira e vãos metálicos.

[com Enrico Argentieri e Elena Maria Rossi]

  • 01 Arquitecto Pedro Machado Costa Ordem dos Arquitectos
  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa Ordem dos Arquitectos
  • 03 Arquitecto Pedro Machado Costa Ordem dos Arquitectos
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa Ordem dos Arquitectos
  • 05 Arquitecto Pedro Machado Costa Ordem dos Arquitectos
Galeria de Exposições, salas de formação e de reunião, cafetaria
2019-2020

Monte das Servas nomeia um antigo complexo rural, composto por edifícios destinados à produção e a armazenagem de produtos agrícolas. O conjunto caracteriza-se pela gramática que é própria da arquitetura popular presente na paisagem sul alentejana: construções horizontais de paredes espessas em abobe, arcos, abóbodas e contrafortes, telhados quase planos, terraços e eiras.
A intervenção implica uma profunda reabilitação dos edifícios existentes, adaptando-os a uma tipologia turístico de baixa densidade. Algumas das estruturas preexistentes são demolidas, outras alteradas; recorrendo-se ao uso de tenologias e de sistemas construtivos tradicionais. O processo exclui o uso de infraestruturas habitualmente presentes em edifícios turísticos, como é o caso de sistemas de arrefecimento ou aquecimento do ar, mas também de sistemas elétricos e hidráulicos correntes que, aqui, são substituídos por sistemas autónomos, de produção própria.
Para além da intervenção nos edifícios, o projeto prevê a reabilitação de uma extensa área de território, reintroduzindo na paisagem as características endógenas deste lugar.

[3º Prémio em concurso]

  • 01-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-Herdade-Estremoz
  • 03-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-Herdade-Estremoz
  • 04-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-Herdade-Estremoz
Hotel, spa, restaurante e espaços públicos
2019

O edifício implanta-se num lote anónimo, localizado numa área de expansão da cidade que, por causa disso, se encontra num processo de profunda transformação.  Propõe-se uma estrutura baseada na conjugação de módulos correspondentes às várias tipologias – quartos simples, quartos duplos, apartamentos –, que se sobrepõem num sistema meios-pisos, do qual deriva a forma do edifício.
O projeto baseia-se na criação e na sistematização de elementos pré-fabricado, construídos em oficina, posteriormente assemblados no local. A caracterização do edifício deriva do processo construtivo: a gramática e a atmosfera de cada espaço é determinada pela presença da madeira laminar, usados em elementos estruturais – vigas, pilares e lajes -, em acabamentos – paredes, pavimentos e tetos – e em fachadas.
Garante-se, dessa forma, um elevado grau de conforto e de desempenho ambiental, reduzindo os estritos limites orçamentais e temporais da obra.

  • 01-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-IMAGEM-GERAL
  • 03-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-3-esploso
  • 04-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-5-esploso
  • 05-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-6-esploso
  • 06-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-8-esploso
  • 07-Arquitecto-Pedro-Machado-Costa-P-Geral
Residências, comércio e espaços públicos
2018-2019

Mais do que um projeto de edifícios, as Residências Universitárias são pretexto para uma intervenção urbana, promovendo a ideia de Bairro. Através dele, procura-se alterar a dispersão do Campus Universitário, criando e consolidando espaços públicos – ruas, praças e quarteirões -, ligando-os à malha da cidade.
Em simultâneo, estabelecem-se relações com os edifícios universitários construídos nas décadas de 50 e 60, através da apropriação das suas gramáticas e dos respetivos modelos espaciais, que são alvo de revisitação crítica.
O programa funcional, constituído por habitações para estudantes, áreas comerciais e um parque de estacionamento, organiza-se segundo um esquema hierárquico que se adapta à inclinação natural do terreno, estabelecendo patamares diferenciados, que servem funções distintas.

[2º Prémio em concurso público internacional]

  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa 1825_RU_Exterior_D
  • 03 Arquitecto Pedro Machado Costa 1825_RU_Exterior_B
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa 1825_RU_Exterior_A
  • 05 Arquitecto Pedro Machado Costa 1825_RU_Room_Hopper_A
  • 06 Arquitecto Pedro Machado Costa 1825_RU_Room_Hopper_B
  • 13 Arquitecto Pedro Machado Costa Planta Geral
Residências, parque de estacionamento, comércio e espaços públicos
2018

Face ao significado de tudo aquilo que envolve Troia – o frágil equilíbrio ambiental, o oceano, a Serra da Arrábida -, o projeto desenha quatro jardins que constituem a paisagem endémica deste extenso território marcado pela mistura de geografias: a do Atlântico e a do Mediterrâneo. Os jardins são delimitados por edifícios circulares, modulares, acomodando as diversas unidades residenciais que se viram para a extensão da paisagem, que permanece protegida e intocada.
No centro do complexo, instalam-se as áreas comuns da Estância Balnear átrios, salas de espetáculos, bares e restaurantes, áreas de convívio e de saúde, espaços desportivos e piscinas.
Os edifícios são assentes em estacas e construídos em madeira assemblada.
O projeto inclui a regeneração da extensa área de dunas da frente marítima, e a manutenção dos habitats e do microclima próprios deste território.

[1º Prémio em concurso internacional]

  • 01 Arquitecto Pedro Machado Costa Club Med Troia
  • 02 Arquitecto Pedro Machado Costa Club Med Troia
  • 03 Arquitecto Pedro Machado Costa Club Med Troia
  • 04 Arquitecto Pedro Machado Costa Club Med Troia
  • 05 Arquitecto Pedro Machado Costa Club Med Troia
  • 07 Arquitecto Pedro Machado Costa ResortTroia_Galeria_Paint_01
  • 08 Arquitecto Pedro Machado Costa ResortTroia_Piscina_Paint_02
  • 09 Arquitecto Pedro Machado Costa maqueta
  • 10 Arquitecto Pedro Machado Costa maquete Club Med
  • 11 Arquitecto Pedro Machado Costa Piso 0
  • 12 Arquitecto Pedro Machado Costa Circulos
Estância balnear em Tróia, Grandola
2018-2020
  • O projecto intervém sobre a área envolvente do Palácio Nacional de Queluz, com o objectivo de a re-estruturar, organizando os acessos e a circulação viária, estabelecendo novas ligações com o tecido urbano existente. A intervenção procura repôr o carácter histórico deste lugar, restaurando o desenho arquitectónico e paisagístico originais.
  • Estando em presença de um conjunto de excepcional importância patrimonial e artística, a proposta pretende repôr os aspectos de centralidade, encenação e hierarquia que dão forma à gramática barroca, simétrica e monumental, que compõe e organiza o Palácio e os seus jardins. Desse modo, ensaia-se a reposição da geometria do projecto original, nunca terminado. Recupera-se o sistema de aquedutos, estruturam-se novos espaços verdes, e reorganiza-se o sistema de acesssos e de circulações automóveis.

 

  • [2º Prémio em concurso público; com Ferreira Neto / Ingrid Murer, Paula Simões / Catarina Patrão, Aurora Carapinha]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Palácio de Queluz 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Palácio de Queluz 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Palácio de Queluz 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Palácio de Queluz 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Palácio de Queluz 05
Restruturação da área urbana envolvente ao Palácio de Queluz
2017
  • A nova ala de arte contemporânea do Museu de Lima compreende a construção de um edifício, localizado a sul do Palácio de Exposiciónes, contendo uma galeria de exposições, uma biblioteca, e um conjunto de salas de aulas e workshops; devendo estabelecer uma relação com a nova praça do museu e o extenso jardim central da cidade.
  • A parte visível do edifício articula a cidade e o museu, desenhando uma nova entrada para o jardim; assumindo uma escala que se relaciona com a dimensão das avenidas e dos edifícios em seu redor.
  • Esta torre – que funciona como uma espécie de totem – contém a totalidade das salas de aula. Na sua base encontra-se o novo átrio do museu, a biblioteca e a cafetaria, que se abra para o jardim. A galeria de exposições e os espaços técnicos do museu são localizados sob a nova praça do museu.

 

  • [Concurso internacional; com Ferreira Neto / Ingrid Murer]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Mali 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Mali 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Mali 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Mali 06
Projecto para a ala de arte contemporânea do museu de Lima
2016
  • A Escola Luís de Freitas Branco localiza-se numa área suburbana em expansão, composta por edifícios de habitação, vias rápidas e instalações comerciais dispersos por um território até há pouco tempo ocupado por campos agrícolas e estruturas industriais.
  • A Escola, inaugurada na década de 70, organiza-se originalmente em torno de pequenos pavilhões pré-fabricados, implantados num terreno de forte inclinação. Ao longo dos tempos, com a consolidação da malha urbana, o perímetro da escola foi sendo rodeada por pequenos edifícios de habitação; anulando a sua relação com as principais vias de comunicação. O acesso e a circulação interna eram difíceis, e os edifícios encontravam-se muito degradados.
  • O projecto tira proveito de parte dos pavilhões preexistentes – que são recuperados, para aí se instalarem as salas de aulas -, reorganizando toda a estrutura funcional do complexo escolar em torno de dois grandes espaços exteriores: a praça de recepção e o pátio de recreio. Os limites de ambos os pátios são definidos por dois novos edifícios – o Edifício Central e o Edifício Pedagógico -, que estabelecem as ligações internas e externas da escola; separando fisicamente a Praça e o Recreio, unindo-os funcionalmente.
  • As áreas de circulação são considerados espaços de estar, de convívio e de estudo. A entrada principal ao complexo é redesenhada, de modo a recuperar a relação urbana entre o complexo escolar e a vila de Paço d’Arcos.
  • Após a conclusão da obra, observa-se uma assinalável melhoria dos resultados académicos dos alunos, um exponencial aumento da comunidade estudantil, e o uso dos edifícios por parte da comunidade ao longo de todo o ano.

 

  • [com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 07
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 08
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 09
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 10
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 11
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 12
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 13
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 14
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 15
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 16
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 17
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 18
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 19
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 20
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Escola Luís de Freitas Branco 21
Reconversão e ampliação da Escola Secundária de Paço d'Arcos
2009-2016
  • O edifício localiza-se na proximidade das ruínas arqueológicas de Bamiyan, no norte do Afeganistão, numa área de grande significado cultural, considerados património mundial pela UNESCO. Trata-se de um vale rural, acidentado, enquadrado pelas montanhas que envolvem a paisagem, fortemente ligado às gigantescas estátuas de Buda, que até 2001 existiam nas suas encostas.
  • O edifício suaviza a diferença topográfica entre os dois níveis do terreno, interligando-os, pelo interior e pelo exterior. A entrada faz-se por ambos os níveis, organizando de forma clara o programa, que assim se divide em duas áreas distintas: os espaços destinados à educação e à investigação – no piso inferior – e a sala de exposições – no piso superior, beneficiando dos espaços amplos e altos. Um pátio central desenha um oásis verde, que é chave para a articulação dos diferentes pisos do edifício. Não existe separação visual entre os espaços, interligados pelo pátio, mas também pelas circulações e átrios.
  • De forma a proteger a herança cultural e social deste lugar, bem como a própria comunidade, usam-se materiais e sistemas construtivos locais, implicando menores gastos energéticos na sua produção e transporte, promovendo a economia local.

 

  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 07
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 08
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Bamiyan 09
Museu e centro cultural de Bamiyan
2015

 

  • O projecto de revitalização da zona ribeirinha de Abrantes estende-se por 85 hectares, ao longo de ambas das margens do Rio Tejo. A modificação cria novas relações entre a cidade, o leito do rio e a paisagem, alterando a percepção do território e a forma com que ele é usado, facultando à população de Abrantes o usufruto das condições naturais dadas pela presença do rio.
  • O Centro Náutico constitui-se como um dos elementos principais nessa estratégia. É nele que se concentra toda a actividade desportiva ligada ao rio: motonáutica, remo e vela.
  • O edifício é composto por dois pisos, ligados por uma rampa exterior. No piso inferior existe um pátio, um armazém para recolha de embarcações e uma oficina. No piso superior localizam-se os tanques de treino de remo, ginásio e balneários, e uma cafetaria aberta para a paisagem ribeirinha. Assegura-se que o edifício possa ser parcialmente inundado, sem que se ponha em causa a segurança do equipamento e o seu funcionamento.
  • Para a sua construção usa-se estrutura de madeira, revestida a telha, também de madeira. A manutenção do edifício será em tudo semelhante ao processo de manutenção dos próprios barcos.

 

  • [3º Prémio em concurso limitado, com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 07
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 08
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 10
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa dos Barcos 12
Centro náutico de Abrantes
2008
  • O Grand Hotel da Meia Praia é um complexo turístico localizado na frente marítima de Lagos, perto da barra do porto da cidade. O complexo compreende vários edifícios destinados a turismo e lazer, que incluem um hotel, um edifício de apartamentos turísticos e um conjunto de pequenas habitações de fim-de-semana, integrados num plano que une a área urbana às praias.
  • A intervenção cria um ecossistema que tira partido das condições naturais deste local. Este ecossistema é composto por um conjunto de espaços naturais distintos – um bosque, um lago, vários jardins, as dunas existentes e o extenso areal –, onde são implantados os vários edifícios que compõem o complexo turístico; sendo que cada um deles faz a transição entre a malha urbana da cidade e o mar, de forma gradual, explorando o potencial de ambos os ambientes que aqui se fundem.
  • Os edifícios assumem-se como elementos chave deste parque natural. A forma e a função de cada um deles é ditado pelo seu posicionamento no parque, e pelas relações que cria com a paisagem envolvente; permitindo estabelecer uma hierarquia de usos em todo o território.

 

  • [com a.s* – atelier de santos, com Nuno Merino Rocha]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 07
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Grand Hotel 08
Complexo hoteleiro e residencial
2007
  • Café Samt & Seide [Café de Veludo e Seda] é o nome da instalação desenhada para albergar a exposição da I Trienal de Arquitectura em Lisboa, construída no Edifício da Cordoaria, em Lisboa.
  • Para a montagem da exposição – que mostra um conjunto de obras e projectos recentes de arquitectura – usam-se tecidos suspensos, que compartimentam o espaço, definindo áreas e ambientes distintos. O uso de tecidos diferentes – alguns opacos, outros semitransparentes, por vezes leves e esvoaçantes, outras vezes pesados, com cor, brancos ou pretos – cria uma sucessão de espaços de natureza diversa, labirínticos, que vão revelando [ou ocultando] os conteúdos da mostra.
  • No final do percurso expositivo, instala-se um café e um pequeno auditório.
  • O trabalho retoma a obra Café Samt & Seide, de Mies van der Rohe e Lilly Reich, no Berliner Funkturm, em 1927.

 

  • [com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Samt & Seide 07
Projecto expositivo para a Trienal de Arquitectura de Lisboa
2007

 

  • A Fábrica dos Leões é um antigo complexo industrial, entretanto abandonado, localizado nos arredores da Cidade de Évora. Embora o edifício não apresente qualidade significativa, nem valor patrimonial, entende-se que as características do complexo industrial permitem acomodar a Escola de Arquitectura e de Artes Visuais, dotando-a de qualidades formais, funcionais e espaciais compatíveis com o novo programa.
  • A intervenção resume-se a uma operação simples, cirúrgica e pontual, que passa por retirar dos edifícios preexistentes tudo aquilo que seja desnecessário, e sobrepor-lhes a essas os elementos necessários à sua adaptação aos novos usos.
  • O projecto tira partido da espacialidade e das características tipológicas e morfológicas dos edifícios existentes, acrescentando um conjunto de elementos, que se distinguem da estrutura original.
  • A relação entre as preexistências e os novos elementos que a elas se sobrepõem resulta numa solução hibrida, que assume o processo de acumulação como o elemento mais caracterizante da intervenção

 

  • [3º Prémio em concurso público por prévia qualificação, com a.s* – atelier de santos, Paulo André Rodrigues]

 

  • Arquitecto Pedro Machado Costa fábrica dos leões 1_P
  • Arquitecto Pedro Machado Costa fábrica dos leões 2_P
  • Arquitecto Pedro Machado Costa fábrica dos leões 3_P
  • Arquitecto Pedro Machado Costa fábrica dos leões 4
  • Arquitecto Pedro Machado Costa fábrica dos leões 5_P
  • Arquitecto Pedro Machado Costa fábrica dos leões 6_P
Escola de arquitectura e de artes visuais, Universidade de Évora
2007
  • O Labirinto da Saudade é um modelo para a Casa Portuguesa.
  • Todos os espaços necessários à constituição da Casa coexistem num sólido paralelepipédico, adaptado aos limites do terreno. A forma e a implantação do volume podem ser alterados de modo a adaptarem-se ao pedaço terreno onde se insiram, mantendo-se no entanto as suas dimensões gerais.
  • A construção é feita de uma malha cujo desenho repete o imbricado geométrico de uma toalha bordada [à portuguesa]. O tipo de bordado utilizado na fachada estrutural irá indicar o escalão social dos seus habitantes: Rendas de Bilros para a classe alta, Bordado em Ponto-Cruz para classe média-alta, e Crochet para a classe média. As restantes classes não têm direito a casa própria.
  • A casa está dividida em dois tipos de espaços distintos: aqueles que servem para ser vistos – os Espaços de Aparato -, e aqueles que não devem ser vistos – os Espaços Íntimos. Entre um e outro coabitam espaços de natureza ambígua. Os Espaços de Aparato surgem expostos ao exterior.
  • Os Espaços Íntimos são totalmente encerrados pelo imbricado do bordado, permitindo que no seu interior de desenvolvam as actividades mais reservadas.
  • Cada um dos espaços contidos na casa pode ter um ou mais acessos, consoante o tipo de família portuguesa em presença, os seus laços afectivos e sentimentais – amor, indiferença, paixão, tristeza, curiosidade, desprezo, excitação, ódio, inveja –, e o modo de relacionamento de cada indivíduo com a sua família.

 

  • [com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Labirinto da Saudade 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Labirinto da Saudade 02
Esboço para uma Casa Portuguesa
2005
  • A Ellipse Foundation reúne uma colecção de cerca de 900 peças de arte contemporânea, incluindo obras de autores como Dan Graham, Olafur Eliasson, Cindy Sherman ou Steve McQueen. Em 2004, a instituição adquire um conjunto de armazéns,, com o intuito de aí criar um centro de artes, que sirva de depósito à colecção, permitindo a realização de exposições e outros eventos.
  • O projecto reconverte o interior dos três armazéns preexistentes, criando um conjunto de salas e de galerias de exposições, espaços de conferências e projecções, gabinetes de trabalho, arquivos e depósitos para a colecção.
  • Os espaços destinados à exposição de obras são desenhados de modo a acomodar intervenções que alterem a sua própria configuração original. Da mesma forma, os próprios circuitos expositivos podem ser alterados, adaptando-se às diversas intervenções que serão realizadas pelos artistas expostos.

 

  • [com Pedro Gadanho, a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa ellipse01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa ellipse02
Galeria de exposições
2005-2006
  • O Pavilhão de Verão é um pequeno retiro, localizado num pinhal próximo da praia, em continuidade com uma construção preexistente. Acomoda um conjunto de espaços destinados ao lazer de uma pequena família, sendo usado apenas durante a época estival. Os espaços internos são divididos por biombos deslizantes, permitindo uma ocupação flexível e uma ligação entre os vários compartimentos, adaptando-se deste modo ao número de ocupantes que o pavilhão possa ter. Do mesmo modo, os espaços podem abrir-se totalmente para o exterior; transformando-se, alguns deles, em varandins cobertos.
  • O edifício, assente em estacas, é construído em madeira. Usa-se apenas um perfil estrutural [20 cm x 20 cm], em pilares e vigas. Os restantes elementos construtivos [paredes, pavimento e tectos] são executados em tábua. Todos os elementos são assemblados, de modo a dispensar-se fixações metálicas.

 

  • [com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Pavilhão 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Pavilhão 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Pavilhão 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Pavilhão 04
Habitação sazonal
2005-2007

 

  • Por entre o labirinto de canais, salinas e pequenas ilhas que aqui e ali pontuam a paisagem da laguna, ergue-se o Centro Municipal de Interpretação Ambiental de Aveiro. Aqui acolhem-se os visitantes do Parque Natural da Ria, dando-lhes a conhecer a biodiversidade do estuário Vouga.
  • O edifício implanta-se sobre a linha de costa, à cota da maré baixa. O movimento de marés – controlado pelo sistema de diques e comportas da Ria – submerge parte da base do edifício, possibilitando o acesso directo, a partir do interior, a pequenas embarcações que levam os visitantes a navegar pela laguna.
  • O Centro é concebido como um observatório. No seu interior coexistem uma área de exposições e um auditório, que se elevam do chão para oferecer um panorama sobre a paisagem envolvente. Através de quatro enormes e profundas janelas, enquadram-se quatro olhares sobre o território: a serenidade do plano de água da laguna, o ondular da vegetação que cresce sobre os diques, o lento movimento do céu e, ao longe, o perfil da cidade de Aveiro.
  • Para a construção do Centro, recorreu-se a antigos construtores dos estaleiros navais de Aveiro, entretanto desactivados. As peças de madeira das cofragens foram construídas por dois carpinteiros ao longo de quatro anos, e os elementos metálicos foram fabricados por serralheiros navais.
  • A construção do edifício estendeu-se por mais de uma década.

 

  • [1º Prémio em concurso limitado; com a.s*  – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 07
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 08
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 09
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 10
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 11
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Observatório 12
Centro municipal de interpretação ambiental da Ria de Aveiro
2003-2016
  • Objectos Cruzados é o título de uma instalação concebida para albergar cinco obras, da autoria de cinco artistas plásticos.
  • A obra inscreve-se num volume de 41 x 12,50 x 6,60 m. O seu interior contém as cinco obras de arte; que mais não são do que cinco espaços de natureza e tipologia diversas, desenhados em co-autoria com cada um dos artistas.
  • A instalação resulta da conjugação e da forma destes cinco espaços, e também dos múltiplos percursos que os ligam entre si.

 

  • [com a.s* – atelier de santos, Paulo Mendes, Leonor Antunes, João Pedro Vale, Cristina Mateus, Miguel Rondon]

 

  • Objectos Cruzados 1
  • Objectos Cruzados 2
  • Objectos Cruzados 3
  • Objectos Cruzados 4
  • Objectos Cruzados 5
  • Objectos Cruzados 6
  • Objectos Cruzados 7
  • Objectos Cruzados 8
Pavilhão para exposição temporária
2003
  • O sistema DIY é composto por uma única peça pré-fabricada em betão, que contém ela própria pavimento, tecto e estrutura. O formato da peça permite a sua conjugação horizontal – criando corredores de circulação automóvel e áreas laterais para estacionamento – e vertical – permitindo a sua montagem em patamares a vários níveis de altura.
  • Dada a inclinação do pavimento e do tecto, a sobreposição das peças faz-se em meios-pisos. Esta solução dispensa o uso de rampas, reduzindo a área de circulação automóvel. Da mesma forma, a sobreposição dos lugares de estacionamento leva a uma redução do espaço ocupado por cada veículo.
  • A solução reduz em cerca de 25% da área, relativamente ao sistema tradicional de silos automóveis. Da mesma forma, o custo e o custo da construção são reduzidos, por comparação com um sistema tradicional. O sistema permite a construção de silos horizontais ou verticais, e a sua implantação em terrenos inclinados.
  • A forma de cada solução resulta do número de módulos usados e da forma como são conjugados.

 

  • [com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa 10
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 04
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 05
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 06
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 07
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 08
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 09
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 10
  • Arquitecto Pedro Machado Costa diy 11
Sistema modular para construção de silos automóveis
2003

 

  • O projecto prevê a ocupação da ruína de um edifício quinhentista – a Casa do Risco –, onde, no passado, se desenhavam as peças das embarcações que eram construídas nos Estaleiros Navais de Vila do Conde. A ruína, implantada na margem ribeirinha da cidade, encontra-se parcialmente soterrada por uma área urbana que entretanto foi construída a montante, a uma cota mais elevada.
  • Ao invés de recuperar a Casa, propõe-se a manutenção da ruína. No seu interior implanta-se um edifício que une as duas cotas altimétricas, servindo de percurso público entre a marginal e a cidade. Este edifício abriga uma galeria de exposições, uma cafetaria, e um laboratório de monitorização do ambiente. As paredes da ruína da Casa do Risco são revestidas a ardósia, permitindo que as crianças as marquem com desenhos de barcos e outras histórias.
  • A intervenção prevê a criação de um jardim à cota superior, a consolidação de muros de suporte da marginal, e a recuperação de uma antiga área de seca do bacalhau, agora convertida numa zona para banhistas.

 

  • [2º Prémio em concurso limitado; com a.s* – atelier de santos]

 

  • Arquitecto Pedro Machado Costa casa do risco 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa casa do risco 02
Centro educativo para o ambiente
2002

 

  • O edifício marca a entrada de um novo parque urbano em Vila nova de Gaia, desenhando um promontório sobre a paisagem ribeirinha. No seu interior coexistem espaços de apoio ao visitante, salas de exposições e um laboratório de monitorização ambiental.
  • O percurso interno é feito por duas galeria que se entrecruzam, uma baixa, opaca e elevada – pontuada por uma janela virada para o rio -, outra alta e transparente, relacionando-se com o espaço natural envolvente.
  • O Centro é integralmente construído em madeira.

 

  • [4º Prémio em concurso públicos; com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa CMIA 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa CMIA 02
  • Arquitecto Pedro Machado Costa CMIA 03
  • Arquitecto Pedro Machado Costa CMIA 04
Galeria de exposições e laboratório ambiental
2001
  • A Casa do Guarda é o edifício de entrada no jardim de Ponta Delgada.
  • No piso inferior existe um balcão de informações, que serve de bilheteira para ocasiões especiais. No piso superior localiza-se um posto de observação, virado para o interior do jardim, onde se instala o Guarda do jardim.
  • De cada vez que o Guarda se dirige ao seu posto de trabalho, é necessário que a portada do observatório se abra. Para isso, o Guarda terá de se sentar num pequeno banco, ligado ao mecanismo de roldanas. É o peso do Guarda [132 kg] que aciona o mecanismo de roldanas, abrindo a portada, permitindo assim uma visão geral sobre todo o perímetro do parque. Da mesma forma, no momento em que o Guarda se levanta, o mecanismo faz descer a portada, encerrando a janela.
  • Deste modo é possível perceber a cada momento, e em qualquer ponto do jardim, a presença [ou não] do Guarda na sua casa.

 

  • [com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa do Guarda 01
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Casa do Guarda 02
Portaria e bilheteira de jardim
2000-2001

 

  • O edifício ocupa um terreno contíguo ao Palacete Vicente Ferreira, uma construção do séc. XVII, com relevantes características arquitectónicas e patrimoniais.
  • O projecto faz articulação de ambos os edifícios de modo a albergar e exibir o espólio antropológico e etnográfico que constitui a principal colecção da Casa da Cultura de Ribeira Grande. Num e noutro edifícios são dispostos um conjunto de espaços de apoio ao funcionamento do museu, uma sala para exposições temporárias, um auditório e uma cafetaria.
  • O museu é desenhado de modo a dar sequência ao circuito expositivo que se inicia no Palacete. O percurso eleva-se do chão, encadeando um conjunto de galerias, com características distintas, relacionadas com as peças a exibir. Cada um destes espaços constitui uma oportunidade de olhar o palacete e a cidade. O percurso expositivo culmina na cobertura do edifício, oferecendo-se ao visitante um largo panorama sobre a paisagem da costa norte da Ilha de S. Miguel.
  • O novo edifício é construído em betão. O Palacete é alvo de restauro, mantendo-se a sua estrutura tipológica e o seu sistema contrutivo originais.
  • O projecto inclui o desenho dos jardins do Museu.

 

  • [1º Prémio em concurso público; com a.s* – atelier de santos]
  • Arquitecto Pedro Machado Costa Museu Pequeno
  • Arquitecto Pedro Machado Costa OLYMPUS DIGITAL CAMERA
  • Arquitecto Pedro Machado Costa OLYMPUS DIGITAL CAMERA
  • Arquitecto Pedro Machado Costa OLYMPUS DIGITAL CAMERA
Projecto para recuperação e ampliação da Casa da Cultura de Ribeira Grande, Açores
1999-2003